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Poema da Fortaleza de Santa Cruz

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Perseguido pela ditadura varguista, Plínio Salgado foi preso na Fortaleza de Santa Cruz.

Em seu período de cárcere, antes de ser exilado a Portugal, Plínio escreve o poema exaltando sua Pátria!

Era um momento de provação; ele poderia ter, vivendo aquela injustiça tremenda, dirigido as maiores blasfêmias ao Brasil. Pois mesmo tendo lutado tanto pela dignidade de sua Nação, acabou sendo preso pela ilegítima autoridade instituída. E esse opróbrio não serviu de ocasião para odiar seu País, senão para reafirmar seu amor nacionalista ferrenho!

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Esses brados comoviam-me quando, debruçado sobre o papel, ia escrevendo este poema e meditando no dever que corre a todos os brasileiros de estar alerta contra todos os inimigos da Pátria, contra aqueles que querem destruir os seus fundamentos cristãos e suprimir a verdadeira soberania, a real independência da Nacionalidade. A minha pena corria. Meu pensamento estava presente em todas as cidades da imensa terra do Brasil. O céu, carregado de estrelas, coroava a silhueta noturna das muralhas. E o mar, o velho mar, testemunha de todas as lutas das gerações extintas, que legaram aos brasileiros um patrimônio de honra e de virtudes preclaras, gemia dentro da noite, a chorar de saudade e a cantar de esperança… Foi assim que nasceu o “Poema da Fortaleza de Santa Cruz’’.

– Plínio Salgado

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