A Manipulação da História

O Movimento Integralista têm atraído muitos jovens as suas fileiras. Jovens ainda estudando e que, principalmente no chamado Ensino Médio, se defrontam com professores de história que foram (de)formados nas Faculdades de História, que são fábricas de marxistas. Ora, para tais professores o Integralismo é sinônimo de nazismo, fascismo ou comunismo (este último só é sustentando por aqueles que não se deixaram embair pelo canto da sereia marxista, mas, ficaram encantados pela melodia do Flautista de Hamelin…), e, tais Jovens ficam embaraçados, pois, mesmo sabendo pelo que ouvem em nossas reuniões ou leem nas nossas publicações que o Integralismo não é fascista, nazista e muito menos comunista, um professor é um professor, e deve saber do que está falando, o que cria uma situação de conflito interior, sem falar nas gozações de que acaba sendo alvo àquele que sai em defesa do Sigma em Sala de Aula.

Pois bem, venho aqui tranquilizar tais Jovens Companheiros: O Integralismo não é fascismo, não é comunismo, não é nazismo. E para comprovar que os que afirmam o contrário são mentirosos ou ignorantes transcrevo abaixo o que disse o nosso Chefe Plínio Salgado naqueles já distantes anos 20 e 30:

“Literatura e Política” (1927):

Aparecem duas tisanas para as doenças da Europa: O comunismo e o fascismo, ambos materialistas, decretam a falência das democracias. Por eles, ou triunfa o imperialismo econômico, baseado no nacionalismo, no fascismo, na ditadura militar, ou vence o imperialismo político da III Internacional.

Será este o dilema para os jovens povos da América?

“Manifesto da Legião Revolucionária de São Paulo” (1931):

Desde a monarquia temos vivido sob a preocupação de impor ao nosso País sistemas políticos estrangeiros…

Assim, não devemos transplantar para o Brasil nem o fascismo nem outros sistemas exóticos.

“Despertemos a Nação!” (1935):

O problema brasileiro é muito mais difícil do que os da Rússia, da Itália e da Alemanha. Os modelos de Lênin, de Mussolini e de Hitler, suas estratégias, seus processos, não valem nada no caso do Brasil.

“Palavra Nova dos Tempos Novos” (1936):

Somos a única coisa séria, impressionante, no Brasil, de hoje, porque somos A REVOLUÇÃO. Temos uma significação muito mais profunda que o “fascismo”, o “hitlerismo”, o “comunismo”, porque somos a consciência de uma época, porque nos libertamos dos velhos preconceitos, porque operamos ao mesmo tempo uma revolução objetiva, de recrutamento de massas humanas, e uma revolução do pensamento e das consciências.

E ainda do mesmo Livro, mais dois trechos:

O Homem no Estatismo Racista ou Imperialista, estandardiza-se, uniformiza-se nos movimentos de um todo que é a finalidade inumana do Estado.

Não pretendemos uma ditadura, só os povos bárbaros permitem ditaduras.

E poderíamos aumentar e MUITO as citações que comprovam a falácia das acusações de tais professores. E por que estas e outras passagens não são mencionadas nas Salas de Aula e nos péssimos Livros Didáticos? Evidentemente há uma perversa intenção em prover nossos Jovens de uma educação deficiente (e não apenas na área da disciplina histórica, infelizmente), impedindo-os de formar uma opinião própria e autônoma sobre o Integralismo, como de resto sobre todas as grandes questões nacionais. A finalidade desta deseducação é formar toda uma geração de bitolados, incapazes de juízos independentes.

Portanto, Jovem Companheiro, aqueles seus colegas de turma que riram de você, quando defendeu o Integralismo (e a Verdade estava contigo e não com o seu professor), não devem ser objeto de raiva ou ódio, pois, ao contrário de você, são manipulados, e dignos de pena. E quanto aos seus professores, ninguém dá o que não possui, isto é, sendo ignorantes, não podem transmitir qualquer forma de conhecimento válida. Não perca o seu tempo em bate-bocas com professores boçais e colegas imbecilizados. Estude e torne-se o que uns e outros talvez jamais serão, um Homem Superior, perfeitamente consciente de seus Direitos e Deveres para com Deus, a Pátria e a Família.

Pelo bem do Brasil!
Anauê!

Sérgio de Vasconcellos

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